Produtores: Laís Bodanzky e Luiz Bolognesic
Roteiro: Luiz Bolognesic, baseado na série de livros 'Mano: Cidadão-Aprendiz', de Gilberto Dimenstein
Lançado em 16 de Abril de 2010
Duração: 1 h 45 Min.
País: Brasil
NOTA: 8
- Eu tô completamente apaixonado por um paradoxo.
Correndo das famigeradas e repetitivas tramas do cinema brasileiro, este filme se destaca por vislumbrar uma temática simples e não usual.
Mano (Francisco Miguez) é um adolescente comum que divide seu tempo entre o colégio, os amigos e aulas de violão. A vida dele e do irmão muda drasticamente quando o pai deles assume um relacionamento com outro homem.
Vemos a rotina dele no Colégio Paulista, as relações interpessoais com os amigos, as atitudes preconceituosas e a descoberta sexual, tudo isso ligado a dificuldade que Mano tem em esconder o segredo do seu pai. A mentalidade do Mano muda a partir do momento que acontece um incidente com a garota que ele gosta.
Em contrapartida, seu irmão mais velho, Pedro (Fiuk, em uma surpreendente atuação) é mais sentimental. Usa seu blog pessoal para expor todas as amarguras da sua vida, do relacionamento sério e conturbado que tem com a namorada de infância. A situação de ambos (em especial a do Pedro) piora quando eles são alvos de agressões físicas/morais no colégio.
Motivado pela formação das chapas estudantis, Mano e seus amigos, criam a Chapa Mundo Livre, visando as propostas que não englobam os reais problemas do colégio, como o bullying e a exposição da vida alheia. Vale ressaltar que não somente o plot central é importante. Há a história paralela do professor Artur (Caio Blat) e da história mal contada que culmina em sua expulsão do colégio.
Em contrapartida, seu irmão mais velho, Pedro (Fiuk, em uma surpreendente atuação) é mais sentimental. Usa seu blog pessoal para expor todas as amarguras da sua vida, do relacionamento sério e conturbado que tem com a namorada de infância. A situação de ambos (em especial a do Pedro) piora quando eles são alvos de agressões físicas/morais no colégio.
Motivado pela formação das chapas estudantis, Mano e seus amigos, criam a Chapa Mundo Livre, visando as propostas que não englobam os reais problemas do colégio, como o bullying e a exposição da vida alheia. Vale ressaltar que não somente o plot central é importante. Há a história paralela do professor Artur (Caio Blat) e da história mal contada que culmina em sua expulsão do colégio.
Outro ponto positivo fica por parte da trilha sonora. Não é comum tocar Something dos Beatles num filme brasileiro. O final deixou muito a desejar. Fazendo uma análise geral, não haviam indícios de que o Mano formaria casal com sua amiga Carol. Por mais que eles sejam melhores amigos, o roteiro forçou um relacionamento onde (durante todos os 105 minutos) não teve.




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